Tratamentos
Acompanhamento integrado: o tratamento da dor não termina no procedimento
Um procedimento bem indicado pode trazer alívio importante. Mas, na dor crônica, os melhores resultados costumam vir quando o alívio é aproveitado para recuperar movimento, força, sono e qualidade de vida. Por isso, o acompanhamento integrado faz parte do tratamento de todos os pacientes.
O que é e como funciona
A dor crônica envolve o corpo, o sistema nervoso e a rotina da pessoa. O acompanhamento integrado reúne três pilares. O primeiro é a reabilitação funcional, com exercícios orientados e integração com fisioterapeutas e educadores físicos. O segundo é a educação em dor, que ajuda o paciente a entender o que está acontecendo, reduzir o medo do movimento e participar ativamente das decisões. O terceiro é o ajuste contínuo do plano terapêutico, com revisão de medicamentos, procedimentos e metas conforme a evolução.
Para quem é indicado
O acompanhamento integrado é indicado para todos os pacientes em tratamento, especialmente para quem convive com dor há muito tempo, já passou por vários tratamentos sem resultado duradouro, tem sono, humor ou disposição afetados pela dor ou deseja voltar a atividades específicas, como trabalho, esporte e lazer.
Como funciona na prática
Após a avaliação inicial, o paciente recebe um plano com metas claras e realistas. Nas consultas de retorno, avaliamos a evolução da dor e da função, ajustamos medicamentos e procedimentos e orientamos exercícios, sono e rotina. Quando necessário, o cuidado é feito em parceria com outros profissionais, como fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e médicos de outras especialidades, para que cada etapa do tratamento converse com a outra.
Tratamento da dor é um caminho, não um evento isolado. Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.
