Neuralgias e dor neuropática
Neuralgia pós-herpética: quando a dor do herpes zoster não vai embora
As lesões na pele já cicatrizaram, mas a dor continua: queimação, pontadas e uma sensibilidade tão grande que até o toque da roupa incomoda. Essa é a neuralgia pós-herpética, a complicação mais frequente do herpes zoster.
O que é e por que acontece
O herpes zoster, conhecido popularmente como cobreiro, é causado pela reativação do vírus da catapora, que fica adormecido nos nervos. Ao se reativar, ele inflama e pode lesionar o nervo. Quando a dor persiste por mais de três meses após o surgimento das lesões, falamos em neuralgia pós-herpética. O risco é maior em pessoas acima dos 50 anos, com dor intensa na fase aguda e com imunidade reduzida.
Quando procurar avaliação
Procure avaliação o quanto antes: tratar bem a dor na fase aguda do herpes zoster pode reduzir o risco de cronificação. Se a dor já persiste após a cicatrização, o acompanhamento especializado é fundamental.
Como é o tratamento
O tratamento combina medicamentos específicos para dor neuropática, tratamentos tópicos e procedimentos como bloqueios de nervos guiados por ultrassom, radiofrequência pulsada, laser de alta intensidade e neuromodulação. Em casos selecionados, terapias infusionais também podem ser consideradas. A vacinação é uma estratégia importante de prevenção.
A dor do herpes zoster tem tratamento. Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.
