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Dor oncológica

Dor oncológica: alívio e qualidade de vida em todas as fases do tratamento

Por Dr. Eduardo Castro 2 min de leitura

A dor é um dos sintomas mais temidos por quem enfrenta um câncer e também um dos mais subtratados. Muitas pessoas acreditam que sentir dor faz parte da doença e deve ser suportada. Isso não é verdade: a dor oncológica pode e deve ser tratada em todas as fases.

O que é e por que acontece

A dor no câncer pode ter origem no próprio tumor, que invade ou comprime ossos, órgãos e nervos, nos tratamentos, como cirurgia, quimioterapia e radioterapia, ou em outras condições que o paciente já tinha. Muitas vezes, vários tipos de dor coexistem: dor óssea, visceral e neuropática. Entender cada um deles é o que permite um controle eficaz.

Quando procurar avaliação

Procure avaliação se a dor não está bem controlada, se os remédios causam efeitos colaterais que atrapalham sua rotina ou se a dor está afetando o sono, a alimentação e a disposição para o tratamento. Dor súbita e intensa, fraqueza nas pernas ou alterações urinárias devem ser comunicadas imediatamente à equipe.

Como é o tratamento

O tratamento da dor oncológica é feito em parceria com o oncologista e combina medicamentos ajustados a cada tipo de dor com procedimentos intervencionistas, como bloqueios de nervos e plexos, radiofrequência, neurólise e, em casos selecionados, infusão de medicamentos diretamente na coluna. O laser de alta intensidade e as terapias infusionais também podem contribuir. O objetivo é qualidade de vida em cada etapa.

Controlar a dor é parte do tratamento do câncer. Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.