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Dor lombar (lombalgia): causas, sinais de alerta e tratamento

Por Dr. Eduardo Castro 2 min de leitura

A dor na parte baixa das costas é uma das queixas mais frequentes do mundo: a maioria das pessoas terá pelo menos um episódio ao longo da vida. Na maior parte das vezes, a crise melhora em poucas semanas. Mas quando a dor persiste por mais de três meses ou volta com frequência, ela passa a ser considerada crônica e merece uma investigação mais aprofundada.

O que é e por que acontece

A lombalgia pode ter origem nos músculos e ligamentos, nos discos intervertebrais, nas articulações facetárias, na articulação sacroilíaca ou nas raízes nervosas. Sedentarismo, excesso de peso, longos períodos sentado, esforço físico repetitivo, tabagismo, sono ruim e estresse aumentam o risco de cronificação. Diferente do que muitos pensam, o repouso prolongado costuma atrasar a recuperação: manter-se ativo, dentro do possível, faz parte do tratamento.

Quando procurar avaliação

Busque avaliação se a dor não melhora após quatro a seis semanas, se limita suas atividades ou se irradia para as pernas. Fraqueza nas pernas, dormência na região genital ou perda de controle da urina e das fezes são sinais de urgência.

Como é o tratamento

O tratamento começa por um diagnóstico preciso da origem da dor. Com base nele, o plano pode incluir medicamentos adequados ao tipo de dor, reabilitação e exercícios orientados, além de procedimentos como bloqueios facetários e sacroilíacos guiados por imagem, radiofrequência, ondas de choque e laser de alta intensidade. O objetivo é reduzir a dor, devolver a função e diminuir o risco de novas crises.

A dor lombar está limitando sua rotina? Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.