Tratamentos
Terapia por ondas de choque: tratamento não invasivo para tendões e dores crônicas
Tendinites que vão e voltam, fascite plantar que dói a cada passo pela manhã, cotovelo que não melhora com repouso. Quando a dor se arrasta por meses, a terapia por ondas de choque é uma opção não invasiva, com boa base científica, que pode ajudar a quebrar esse ciclo.
O que é e como funciona
A terapia por ondas de choque utiliza ondas acústicas de alta energia, aplicadas sobre a pele, que se propagam até o tecido afetado. Essas ondas estimulam a formação de novos vasos sanguíneos, ativam os processos de reparação do tendão e dos tecidos moles, ajudam a fragmentar calcificações e reduzem a sensibilidade das terminações nervosas responsáveis pela dor. Por isso, ela atua tanto no alívio da dor quanto na recuperação do tecido.
Para quem é indicado
A terapia é indicada principalmente em tendinopatias crônicas, como as do ombro (inclusive a calcária), do cotovelo (epicondilite), do joelho, do quadril e do tendão de Aquiles, na fascite plantar, em pontos-gatilho musculares e em algumas dores lombares e cervicais. Gestantes, pessoas com distúrbios de coagulação e com infecção ou tumor na região não devem realizar o tratamento sem avaliação específica.
Como é a sessão
As sessões são rápidas, com duração média de 10 a 20 minutos, feitas no consultório e sem necessidade de anestesia. Durante a aplicação, pode haver desconforto na área tratada, e a intensidade é ajustada para que seja tolerável. Após a sessão, você retoma as atividades normalmente, evitando esforços intensos na região por alguns dias. Em geral, são feitas de três a cinco sessões, com intervalo semanal, e a melhora costuma ser progressiva nas semanas seguintes.
Tendinite que não melhora tem tratamento. Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.
