Pélvica e genital
Dor genital crônica: vulvodínia, neuralgia do pudendo e outras causas
Ardência, queimação, pontadas ou sensação de corte na região genital, que pioram ao sentar, com roupas justas ou durante as relações sexuais. A dor genital crônica afeta mulheres e homens, é pouco discutida por constrangimento e costuma levar muito tempo até ser tratada.
O que é e por que acontece
Entre as causas estão a vulvodínia (dor vulvar sem lesão visível), a neuralgia do nervo pudendo, que causa dor em queimação no períneo e piora ao sentar, as disfunções da musculatura do assoalho pélvico, as dores após cirurgias, partos ou traumas e as dores neuropáticas após infecções, como o herpes. Infecções e doenças de pele devem sempre ser excluídas.
Quando procurar avaliação
Procure avaliação se a dor na região genital persiste por mais de três meses ou atrapalha o sentar, a vida sexual ou o bem-estar, especialmente se você já tratou infecções que não foram confirmadas. Não há motivo para constrangimento: essa é uma dor tratável.
Como é o tratamento
A abordagem é multidisciplinar, com ginecologista, urologista e fisioterapeuta pélvico. Na Medicina da Dor, o tratamento pode incluir medicamentos neuromoduladores, tratamentos tópicos, bloqueios do nervo pudendo e de outros nervos pélvicos guiados por imagem, radiofrequência pulsada e neuromodulação.
Falar sobre a dor é o primeiro passo. Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.
