Pélvica e genital
Dor pélvica crônica: uma dor que merece investigação completa
Dor no baixo ventre, na região do quadril, no períneo ou nas costas que se prolonga por meses e piora durante a menstruação, nas relações sexuais, ao urinar ou ao evacuar. A dor pélvica crônica afeta muitas mulheres e também homens, e frequentemente leva anos até ser diagnosticada.
O que é e por que acontece
Considera-se dor pélvica crônica aquela que persiste por mais de seis meses na região abaixo do umbigo. As causas são variadas e frequentemente coexistem: endometriose, adenomiose, aderências, síndrome da bexiga dolorosa, síndrome do intestino irritável, disfunções da musculatura do assoalho pélvico, neuralgias de nervos pélvicos, como o pudendo, e alterações da coluna e do quadril. Com o tempo, em muitos casos, também ocorre sensibilização do sistema nervoso.
Quando procurar avaliação
Procure avaliação se a dor pélvica dura meses, atrapalha a vida sexual, o trabalho ou o sono, ou se você já passou por vários médicos e tratamentos sem melhora. Sangramentos anormais, febre e perda de peso exigem investigação.
Como é o tratamento
A abordagem é multidisciplinar, em parceria com ginecologista, urologista e fisioterapeuta pélvico. Na Medicina da Dor, o plano pode incluir medicamentos neuromoduladores, tratamento dos pontos-gatilho musculares, bloqueios de nervos pélvicos guiados por imagem (como pudendo, plexo hipogástrico e gânglio ímpar), radiofrequência e neuromodulação.
Sua dor pélvica tem explicação e tratamento. Agende sua avaliação com o Dr. Eduardo Castro, médico com atuação em Medicina da Dor em Belo Horizonte.
